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3 de nov. de 2020

Descarte Inadequado de Medicamentos e Seus Impactos

Fundo branco com inúmeras capsulas de medicamentos de diversas cores

O que é impacto Ambiental?

O conceito de Impacto ambiental:  é toda qualquer alteração das propriedades químicas, físicas, e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer tipo de energia ou matéria resultante das atividades humanas que, afetam de forma direta ou indireta a segurança saúde e o bem estar da população; a biota, as atividades econômicas e sociais , as condições sanitárias e estéticas do meio ambiente a qualidade dos recursos ambientais.

Descarte Inadequado de Medicamentos - entenda como ele acontece

Grande parte da população desconhece informações quanto à maneira correta para descartar medicamentos ou vencidos ou em desuso. 

O descarte inadequado de medicamentos, na maioria vezes ocorre pura e simplesmente por falta de orientação, pelo baixo número de locais para coleta e pela falta de informação pelo poder público quanto aos  prejuízos que o descarte inadequado de medicamentos pode causar ao meio ambiente.

O descarte inadequado de medicamentos pode provocar inúmeros estragos à saúde pública e ao meio ambiente e, afetando vários ecossistemas. 

Quando descartado no lixo comum ou na rede de esgoto pode vir a contaminar o solo, águas superficiais incluindo rios, oceanos e lagos e as águas e subterrâneas.

Essas substâncias químicas, quando em contato com a umidade ou em exposição à luz e temperatura reagem tornando substâncias tóxicas interferindo na estabilidade do meio ambiente, modificando ciclos biogeoquímicos e também alterando as cadeias alimentares.


Medicamentos vencidos ou em desuso quando descartados no lixo vão parar nos lixões a céu aberto ou aterros controlados é quando surge outro problema social, a situação de quem tira o sustento dos lixões. 


Na busca de algo para conseguir dinheiro, indivíduos que frequentam esses ambientes, encontram os medicamentos descartados e podem ingeri-los, colocando sua saúde em perigo. Um risco eminente principalmente para crianças.


E neste cenário estamos diante de uma grave problemática social, uma questão de vigilância sanitária e ambiental. 


Pois a intoxicação ou envenenamento em seres humanos pode acontecer por diferentes formas: através da pele, ainda que seja um breve contato e mesmo sem ferimentos e escoriações; por inalação e da forma mais comum que é a ingestão.


Quando descartados no sistema de esgoto, os resíduos químicos dos medicamentos são diluídos na água e não sendo estes eliminados por processo de filtragem.


 Portanto a água continua contaminada por esses agentes e retorna aos cidadãos concentrada de resíduos. Estudos direcionados para a análise de afluentes urbanos mostraram uma elevada concentração de hormônios com capacidade de afetar gravemente os rios e lagos.


Estudos feitos na Alemanha, Canadá, EUA, Brasil e Espanha mostraram a presença de baixas concentrações de fármacos e seus metabólicos em água bruta e tratada. 


Tais substâncias presentes em água nos mananciais chegam às Estações de Tratamento de Água, elas resistem aos tratamentos empregados. Em baixas concentrações os riscos são baixos em curto prazo, porém, a bioacumulação e os efeitos da união da mistura dos compostos são fatores que podem causar danos à saúde humana a longo prazo.


Alguns autores alegam que, conforme a dose e o tempo de exposição aos fármacos essas substâncias podem estar relacionadas com algumas doenças em seres humanos como redução da fertilidade masculina; ovários policísticos; e doenças  como câncer de mama, testicular e também de próstata.


Inúmeros estudos desde o final da década de 90 mostram que frequentemente fármacos são encontrados em efluentes nas estações de tratamentos de esgoto, nas águas e abastecimento e também em outras matrizes ambientais como sedimento, águas naturais e solo em concentrações na faixa de microgramas ou nanogramas por litro.


Descarte Inadequado de Medicamentos - para fauna e flora aquática

Segundo a professora Tânia Pizzolato, essa concentração pode não oferecer risco diretamente ao ser humano mas pode ser tóxico para fauna e flora aquática. 


Tânia ainda menciona que tais parâmetros são complicados para estabelecer, pois são necessários anos de pesquisas e inúmeros testes para determinar uma quantidade máxima de certa substância que pode ser ingerida sem ocasionar danos à nossa saúde.


O preocupante é que a Portaria nº2.914/ 2011 (que dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade) dentre as determinações de parâmetros para potabilidade da água não há previsão para fármacos. 



Os hormônios sintéticos estão inclusos na classe farmacológica que estão sendo discutida intensamente levando em consideração possíveis interferências na reprodução e desenvolvimento de espécies aquáticas e também estão relacionados ao surgimento de várias formas de cânceres na população.


Alguns estudos mostraram que a presença de hormônios femininos e outros contaminantes na água causam a feminização de peixes levando a formação de óvulos nos machos, indicando que mesmo pequenas quantidades do estrogênio muito utilizados em pílulas contraceptivas podem extinguir algumas espécies.


Outro problema causado pela contaminação de fármacos é o desenvolvimento de superbactérias, que se tornam fortemente resistentes a antibióticos.


O grau consequência de resíduos químicos de medicamentos no meio ambiente depende do grau de toxidade e do alcance de acumulação nos biossistemas com a variação de tempo de permanência do mesmo no ambiente, devido a sua capacidade de resistir a degradação relacionada ao curso natural.


A falta de atenção ou até mesmo imperícia no manuseio dos rejeitos farmacêuticos causam graves prejuízos ao meio ambiente, devido o descarte inadequado, gerando consideráveis consequências para a saúde humana e ambiental.

Muitos países trabalham para desenvolver programas de gestão de resíduos de medicamentos visando diminuir os agravos ambientais e à saúde.



16 de out. de 2020



Descartes Adequados Para Medicamentos Vencidos

  Medicamentos vencidos ou em desuso são classificados como resíduos perigosos devidos a sua toxidade e o potencial de causar efeitos adversos, em virtude da sua interação com o organismo, seja por ingestão, inalação ou absorção através da pele.

  Segundo a NBR 12808 Resíduos de Serviços de Saúde, medicamentos vencidos ou não utilizados são classificados de Classe A - Resíduos infectantes na qual incluem: as vacinas vencidas ou inutilizadas, filtro de gases aspirados, mistura de microrganismos em meio de cultura inoculada proveniente de laboratório clínico ou de pesquisa e qualquer outro resíduo contaminado por estes materiais.

  Na RDC nº 222/2018 e a Resolução CONAMA n°358/2005, mencionam que é de responsabilidade do estabelecimento de saúde ter seu próprio sistema de gestão, considerando desde a geração até a sua disposição final.

 

  A Resolução CONAMA n°358/2005 ainda estabelece que, resíduos do Grupo B são resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.

  Neste artigo trago informações sobre formas adequadas para destinação final de resíduos de medicamentos vencidos ou em desuso.


 Incineração

  O processo de incineração e as demais técnicas de destruição e eliminação são processos consideráveis por causa da eficiência para diminuir a periculosidade, o peso e o volume dos resíduos.

  E com isso diminui consequentemente o potencial de degradação ambiental. Assim como em países desenvolvidos, no Brasil também há uma tendência de ampliar a incineração, considerando a complexidade da construção de novos aterros sanitários e a obrigatoriedade do monitoramento dos aterros por extensos períodos, principalmente após o fim da vida.

  Mas, o processo de incineração precisa ser monitorado por sistemas computadorizados de purificação dos gases emitidos durante a operação, pois estes gases produzidos emitem altas concentrações de substâncias que estão bem acima dos limites permitidos por lei, exigindo um tratamento para a neutralização dos mesmos.


Coprocessamento

  O coprocessamento é o processo de destruição de resíduos na fabricação de produtos que requerem altas temperaturas na sua fabricação, ou seja, uma técnica em que ocorre a queima de resíduos em fornos para a fabricação de cimento (por exemplo), dando uma destinação adequada aos resíduos perigosos. 

  Em alguns casos, também pode ser utilizado o termo coincineração, em referência a essa técnica, porém é aplicado quando o resíduo é utilizado com a finalidade de agir como um combustível substituto e a sua queima tem como fim apenas a geração de energia. Quando o resíduo é utilizado como fonte de calor e também como matéria-prima, podendo ser incorporado ao clínquer(principal componente na composição do cimento),  o termo mais apropriado é coprocessamento.

  No Brasil, as principais normas federais para controle de emissões dos fornos de cimento são: Resolução CONAMA nº 264/1999 que dispõe sobre procedimentos e os critérios específicos do coprocessamento, e a Resolução CONAMA nº 316/2002 que dispõe sobre procedimentos e critérios para o funcionamento de sistemas de tratamento térmico de resíduos.

  A Resolução CONAMA nº 264/1999 licencia fornos rotativos de produção de clínquer para realizar atividades de coprocessamento, excetuando os seguintes resíduos: os radioativos, os domiciliares brutos, organoclorados, resíduos de serviços de saúde, explosivos, agrotóxicos e afins. Já na Resolução CONAMA nº 316/2002, o coprocessamento de resíduos industriais é a reutilização de material ou substância inservível ou não passível de outro aproveitamento econômico.

  Porém conforme o artigo 20 da Deliberação Normativa COPAM nº 154/2010 é necessário fazer uma solicitação na ANVISA para executar destruição de medicamentos vencidos em fornos de coprocessamento.


 Aterros Industriais

  A 10004 de 2004 classifica os resíduos de medicamentos como sendo de Classe 1, ou seja, resíduos perigosos. Portanto requerem uma maior atenção por parte dos órgãos envolvidos, devendo ser dispostos em Aterros Industriais que são projetados para receber resíduos perigosos.

  E ainda segundo consta no item 11 da RDC 306/2004, resíduos químicos que oferecem risco ao meio ambiente e à saúde pública, quando não passarem por processos de reciclagem, recuperação ou reutilização, devem ser destinados em aterro de resíduos perigosos.

  Medicamentos vencidos ou em desuso são resíduos perigosos devidos sua toxidade e tem potencial de causar efeitos adversos em virtude da sua interação com o organismo, seja por ingestão, inalação ou absorção através da pele.

  Segundo a NBR 12808 Resíduos de Serviços de Saúde, medicamentos vencidos ou não utilizados são classificados de Classe A - Resíduos infectantes, na qual estão: vacina vencida ou inutilizada, filtro de gases aspirados, mistura de microrganismos em meio de cultura inoculada proveniente de laboratório clínico ou de pesquisa e qualquer resíduo contaminado por estes materiais.

  Na RDC nº 222/2018 e a Resolução CONAMA n° 358/2005 mencionam que é de responsabilidade do estabelecimento de saúde ter seu próprio sistema de gestão, considerando desde a geração até a sua disposição final.


Logística Reversa

  É a área da logística com foco no retorno de materiais já utilizados para o processo produtivo, visando o reaproveitamento ou descarte apropriado de materiais e a preservação ambiental. A lei define a logística reversa como um "instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada".

  A figura abaixo apresenta o funcionamento da Logística Reversa:

   A Lei nº 12.305/2010 é um importante passo para a proteção da saúde pública e ambiental. Nela contém princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes relacionadas à gestão de resíduos sólidos, incluindo resíduos perigosos, as responsabilidades dos geradores e do poder público e os instrumentos econômicos aplicáveis. Ela também incluiu a responsabilidade compartilhada onde empresas, prefeituras, sociedade, governo estadual e federal tenham a responsabilidade compartilhada pelo gerenciamento de resíduos sólidos.

  Em 5 de junho de 2020, por meio do decreto nº10.388 foi regulamentado o artigo 33 da Lei nº 12.305 de 2 de agosto de 2010 e instituindo o sistema de logística reversa de medicamentos domiciliares vencidos ou em desuso, de uso humano, manipulados e industrializados, e de suas embalagens após o descarte pelos consumidores.

20 de set. de 2020

Medicamentos, Remédios e Fármacos, qual a diferença?


Medicamentos

São considerados medicamentos produtos especiais elaborados em farmácias (manipulados) ou em indústrias com a finalidade de prevenir, diagnosticar, curar doenças ou aliviar seus sintomas, sendo esses produzidos com rigoroso controle técnico para atender às especificações determinadas pela ANVISA.

Medicamento é uma preparação correta para ser utilizada que contenha fármacos, ou seja, contém princípio ativo, possui ajudantes farmacêuticos e sem atividade biológica.


Os medicamentos podem ser divididos em: similargenérico e de referência

Medicamento similar - idêntico ao medicamento de referência de em suas características, podendo mudar a forma, período de validade, o tamanho, embalagem e rotulagem.

Medicamento genérico - é uma versão mais acessível (economicamente falando), do medicamento de referência, por não ter uma marca na embalagem, contendo apenas o nome da substância ativa; ele geralmente é produzido após o fim ou renúncia da proteção da patente e de outros direitos de exclusividade.

Medicamento de Referência - Já os medicamentos referência é o produto original, no qual sua segurança, qualidade e eficácia foram cientificamente comprovadas e junto ao órgão federal e comercializado no país.

Existem ainda outros três tipos de medicamentos: medicamento de BioequivalênciaProduto Farmacêutico Intercambiável e o de Biodisponibilidade. Porém esses três últimos não são popularmente conhecidos.

Pessoa negra de costa usando um compressa de água no ombro esquerdo

Remédio

É comum as pessoas usarem em seus diálogos diariamente a palavra remédio como sinônimo de medicamento.

Porém segundo a Cartilha da Agência Nacional de Vigilância Sanitária remédio é todo e qualquer tipo de cuidado usado para curar ou aliviar sintomas de doenças, mal-estar ou desconforto. Exemplo: compressa de água quente ou fria, chás de plantas medicinais, entre outros.

Segundo o Dicionário Etimológico a palavra remédio vem do latim remedium, com possui o significado de ‘’coisa que cura’’.

É importante distinguir medicamento de remédio, pois remédio é um procedimento que busca a cura do indivíduo, é um paliativo para amenizar os sintomas e curar doença. E que dessa forma todo medicamento é um remédio, mas remédio não pode ser considerado um medicamento.


Leia também: Descarte de Medicamentos


Fármacos

Segundo a ANVISA fármacos são princípios ativos dos medicamentos, responsável pelo efeito terapêutico.É um composto químico obtido por purificação, extração, ou através de uma síntese ou semissíntese. Exemplos: Anticolinérgicosantibióticoscorticosteroidesentre outros.

A palavra fármaco vem do grego pharmak, aquilo que tem o poder de transferir as impurezas. Os gregos acreditavam que o pharmakon fazia o bem e também o mal, poderia manter a vida, mas também seria capaz de tirá-la. Segundo Paracelso, remédio ou veneno a diferença está na dose.

Você sabia dessas diferenças?

5 de set. de 2020

Descarte de Medicamentos


A carência de atendimento de consultas no sistema público de saúde leva a pessoas a comprarem quantidades desnecessárias de medicamentos e que inúmeras vezes são guardadas para usar novamente, também a crença de que não é necessário procurar um médico faz com que se utilizem prescrições anteriores e a ainda a ausência de tempo para ir ao médico, o que faz com as pessoas sempre tenham em domicílios medicamentos armazenados.

É necessário maior na fiscalização e aplicação das leis ambientais já existentes, e desenvolvimento de atividades altruístas direcionadas à Educação Ambiental. 

E cabe destacar a atual realidade sanitária do Brasil, o baixo número de aterros sanitários, com infraestrutura precária, é outro fator que dificulta o tratamento adequado de resíduos de natureza biológica ou química.

As leis existentes no Brasil referente ao descarte de medicamentos são direcionadas aos estabelecimentos de saúde, não incluindo a população em geral.

Isso contribui para que a população não tenha o devido entendimento quanto aos impactos decorrentes do descarte domiciliar de medicamentos no esgoto e lixo comum.

O descarte inadequado de medicamentos não utilizados ou vencidos ou pode trazer graves consequências para o meio ambiente a população. A cada 1kg de medicamento descartado via esgoto (vaso sanitário e pias) podem contaminar 450 mil litros de água, conforme dados da companhia Brasil Health Service (BHS).

Vale ressaltar que nem toda contaminação é causada pelo descarte inadequado, pois mesmo quando utilizados os medicamentos podem causar impactos, pois alguns componentes são excretados pela urina ou pelas fezes, cerca de 50% e 90% de uma dosagem são excretados sem sofrer alterações, tornando-se persistente no ambiente.

A permanência das substancia no ambiente, causa o seu acúmulo no organismo, através do seu consumo em cadeia alimentar. Exemplo nítido é quando se consome um peixe que tenha acabado de ingerir aquela substancia. Ainda com possibilidade de ingerir da água contaminada pela substância proveniente do medicamento.

Um estudo realizado na cidade de Paulínia sobre o descarte residencial de medicamentos mostrou que 62% das pessoas descartavam os medicamentos no lixo comum, 55% descartavam até 4 quilos por ano de medicamentos. Dentre os tipos predominantes de medicamentos vencidos 39% antibióticos, 33% analgésicos, 16% anti-inflamatórios e 4% antidepressivos. E 92% não tinham informação sobre locais para descarte de medicamentos vencidos.


Medicamentos Fracionados

Conforme RDC nº. 80/2006 drogarias e farmácias poderiam vender medicamentos fracionados para de atender as demandas terapêuticas do usuário, levando em consideração as exigências ditas na prática.

O objetivo principal dessa medida era evitar as consequências de utilização decorrente das sobras (automedicação), e o desperdício de medicamentos.

As farmácias se prepararam para fazer esse tipo de venda, porém as indústrias não produziram os medicamentos aptos para serem vendidos dessa forma. 

Pois uma das exigências é que mesmo fracionado cada parte  dever ter todas as informações como: o nome do mesmo, número de lote e validade, a concentração do princípio ativo, e a forma de administração. 

A produção desse tipo de medicamento teria um custo maior para indústria,  fazer  a adaptação das embalagens e torná-las fracionáveis, isso poderia aumentar o preço do produto final.


O Papel das Farmácias no Descarte Correto de Medicamentos

A ANVISA editou 2009 em Resolução – RDC n. 44, no Art 92 e 93 menciona a participação de farmácias e drogarias em programas e campanhas de coleta de resíduos domiciliares de medicamentos realizados pelo poder púbico.

Isso veio a amenizar a ausência de regulações referente a resíduos domiciliares, sendo uma boa alternativa para o recolhimento de medicamentos e embalagens dos mesmos. Incluindo a participação desses estabelecimentos na coleta do descarte domiciliar de medicamentos, trazendo melhoria para saúde pública e meio ambiente.

Em Governador Valadares a população pode entregar medicamentos vencidos ou em desuso em uma das 10 farmácias distritais nas Estratégias de Saúde da Família fazer o descarte correto.


Leia também: Medicamentos, Remédios e Fármacos, qual a diferença?



 

Programa Descarte Consciente

O programa Descarte Consciente disponibiliza em cada farmácia participante uma coletora criada com alta tecnologia e segurança no intuito de atender as exigências sanitárias, tudo para facilitar o descarte adequado de medicamentos da população. No site é possível encontrar pontos de coletas cadastrados no programa no Brasil.


Como você descarta os medicamentos vencidos ou desuso?

 

INSTAGRAM | @eumarcyleao

MARCILENE LEÃO
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